Um bolso só
O dinheiro do trabalho cai na mesma conta que paga o mercado. Não dá para separar na hora que entra — e nem precisa.
Manicure · diarista · motorista de app · fisioterapeuta · pedreiro · professora · quem vende bolo — e todo profissional autônomo
Você manda «recebi 50 de uma escova» ou «entrou 145 do Uber» no WhatsApp — por escrito, por áudio, foto do recibo ou print do Pix. Eu anoto na hora e guardo o documento. Às 19h fecho o seu dia; no fim do mês o número está lá, sem você somar nada.
Grátis. Sem CPF ou CNPJ, sem cartão, sem instalar nada.
A retirada aparece dos dois lados de propósito: é um lançamento só, visto duas vezes — sai do negócio, entra na sua vida.
A pergunta difícil
Não porque você seja desorganizada — é que o dinheiro entra por todo lado. Pix na conta pessoal, dinheiro na mão, uma parte hoje e o resto semana que vem. No fim do mês, somar isso é um trabalho que ninguém tem tempo de fazer.
O dinheiro do trabalho cai na mesma conta que paga o mercado. Não dá para separar na hora que entra — e nem precisa.
Caderno fica em casa, planilha exige sentar no computador, aplicativo pede cadastro e sete campos. No meio do atendimento, nada disso acontece.
Aí chega a hora da declaração e a pergunta volta — só que agora referente a doze meses que já passaram.
Como funciona
É uma conversa de WhatsApp, igual às outras do seu dia. Escreve, manda áudio, tira foto do recibo ou encaminha o comprovante do Pix — o que for mais rápido no momento.
«Recebi 70 de um corte», «entrou 145 do Uber», «faxina 150 da dona Lúcia». Sem formulário, sem escolher categoria.
Respondo com o que entendi. Se errei, você responde a mensagem e eu corrijo.
Foto do recibo, print do Pix, PDF da nota. Eu guardo o arquivo primeiro e leio depois — e ele não sai de lá.
Todo dia chega no seu WhatsApp o fechamento: quanto entrou, quanto saiu e quanto ficou com você. Amanhã começa do zero, e o mês vai somando. É o seu controle de caixa — o livro caixa que se escreve com você falando.
O que você vê
É o número que só aparece depois de juntar tudo e somar — e é por isso que ele quase nunca aparece. Aqui a conta já está feita quando você abre a página: foi nascendo a cada mensagem que você mandou. O aplicativo do governo pergunta quanto você faturou; este é o lugar onde a resposta existe.
O dia, a semana, o mês e o ano — o fluxo de caixa do seu trabalho, sem planilha. E qual serviço rende mais: «escova» separado de «corte», «Uber» separado de «particular», somado sozinho.
O dinheiro do negócio de um lado, o da sua vida do outro. Inclusive o que você tira para si — que não é gasto do trabalho e não pode comer o lucro.
Se você é MEI, existe um limite de faturamento no ano, e você vê o quanto já usou enquanto dá tempo de decidir — não em janeiro do ano seguinte. Se ainda não formalizou, é o mesmo número que mostra quando isso passa a fazer diferença.
Dá para colocar mais um número na conta — marido, filha, a pessoa do balcão. Ela anota pelo WhatsApp dela e cai tudo no mesmo lugar.
O Relatório Mensal de Receitas Brutas sai preenchido com o que você já anotou. Não é o motivo de usar — é só o trabalho que deixa de existir.
Anotou errado? Responde a mensagem. Prefere arrumar com calma? O site deixa você reclassificar tudo num clique. A última palavra é sua.
Qualquer comprovante que você mandar — print do Pix, foto do recibo, PDF da nota, de entrada ou de saída — fica anexado ao lançamento, com data. E fica para sempre: não tem prazo de validade nem limpeza automática. Enquanto a conta existir, o arquivo está lá. Quem apaga é você, se quiser.
Preço
Enquanto estamos começando, o uso é grátis e sem prazo — o tempo de fechar um mês de verdade e ver o número aparecer. O preço abaixo é o que vai valer quando a cobrança começar.
R$ 39,00 /mês, quando começarmos a cobrar
Por enquanto não cobramos nada — nem pedimos cartão. Quando a cobrança começar, avisamos antes e você decide; nada é debitado sem você contratar.
Honestidade
Cada uma destas coisas já fez alguém desistir de um app de gestão. Ficar de fora é o que mantém isto simples o bastante para você usar no meio do dia.
Perguntas
Não. Dá para anotar tudo e ver seus números sem CNPJ nenhum. Ele só aparece se você quiser o Relatório Mensal com o cabeçalho preenchido — e você pode adicionar depois, quando quiser.
Serve. Você anota e vê seus números do mesmo jeito. Só o teto do MEI e o Relatório da Receita não aparecem — eles são de quem é MEI. Se um dia você formalizar, é marcar em Conta e os dois passam a aparecer.
É exatamente para isso que serve. Você anota tudo no mesmo lugar, do jeito que a vida acontece, e cada lançamento fica marcado como trabalho, casa ou retirada. A separação acontece na hora de ver, não na hora de anotar.
É WhatsApp. Se a mensagem sai, o lançamento entra. Não tem aplicativo para instalar nem tela pesada para carregar no meio do atendimento.
Você anota depois — «ontem recebi 80 de uma escova» funciona, e pelo site dá para lançar qualquer data que ficou para trás.
Pode. Você adiciona o número dela no site e, na primeira mensagem que ela mandar, já está lançando na sua conta. Ela vê e corrige os lançamentos, mas os seus dados de cadastro e a lista de quem entra continuam só seus.
Fica, e para sempre. Qualquer documento que você mandar — print do Pix, foto do recibo, PDF da nota, de entrada ou de saída — é guardado junto do lançamento, com data. Não tem prazo de validade nem limpeza automática: enquanto a sua conta existir, o arquivo está lá. E ele é guardado antes de eu tentar ler: se eu não conseguir entender o comprovante, ele fica salvo do mesmo jeito e eu te digo o que faltou.
São. Ninguém além de você — e de quem você convidar para lançar junto — vê os seus números. Não mostramos nada para os seus clientes, não cobramos nada deles e não vendemos informação para ninguém.
Não, e não tenta. Abertura e alteração do CNPJ, DAS em atraso, declaração anual, questão trabalhista se você tiver funcionário — isso continua com ele. O que muda é que você chega na conversa com o número pronto, em vez de tentar lembrar.
Ele sai daqui já no formato que a Receita pede, mês a mês, a partir do que você anotou. Você guarda — a lei manda ter, não manda enviar — e usa como base na hora da declaração anual.
Hoje, nada. Estamos começando e o uso é grátis, sem prazo e sem cartão. Quando a cobrança começar, vai ser R$ 39,00 por mês — e você é avisado antes, com tempo de decidir. Nada é cobrado sem você contratar.
Cria a conta com o seu WhatsApp, manda a primeira mensagem — «recebi 50 do corte», «entrou 145 do Uber», «faxina 150» — e pronto: anotado e guardado. Às 19h chega o fechamento do seu dia.
Criar conta grátis Sem CPF ou CNPJ, sem cartão, sem instalar nada.